O que aprendi com o PBL 7 - Interfaces digitais e interatividades ?


Fomos questionados pelo Professor Fernando durante a aula: O que aprendi com o PBL 7 - Interfaces digitais e interatividade?


Com este PBL, aprendi que trabalhar com interfaces digitais não significa apenas escolher uma ferramenta ou criar uma tela visualmente atraente. O principal aprendizado foi compreender que existe uma diferença importante entre interatividade técnica e interação pedagógica. A interatividade aparece nos cliques, botões, menus, formulários, uploads e respostas do sistema; já a interação envolve diálogo, colaboração, mediação, coautoria e construção coletiva. Essa distinção ficou mais clara a partir de Pimentel (2013), quando o autor diferencia a interatividade como potencialidade técnica do meio e a interação como relação entre sujeitos mediada ou não por tecnologias.

Também aprendi que uma interface digital precisa ser pensada com intencionalidade pedagógica. Não basta colocar fórum, chat, mural ou IA generativa em uma atividade se esses recursos forem usados apenas para entrega individual de tarefas. A interface precisa organizar percursos, orientar ações, favorecer a participação e possibilitar acompanhamento e feedback.

Além disso, reforçou a grande necessidade de fundamentar todo e qualquer PBL: é de suma importância ler os textos propostos (referências) para construir qualquer artefato e/ou argumento. Sem base metodológica o PBL fica "perdido no espaço. 

Comentários

  1. A intencionalidade pedagógica em uma interface é fundamental para promover a interação. Já há interatividade decorada do design e do layout articulada à proposta pedagógica e à mediação.

    Koehler e Mishra (2013) desenvolvem uma narrativa em que o docente é compreendido como um designer: ele cria soluções educacionais nas quais tecnologia, pedagogia e conteúdo permanecem em equilíbrio.

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